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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Sociedades afiliadas à SBPC pedem abertura de canal de comunicação para pôr fim à greve

Sociedades afiliadas à SBPC pedem abertura de canal de comunicação para pôr fim à greve
Para garantir a educação e combater o atraso no setor, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e suas 105 sociedades afiliadas encaminharam no último dia 22, uma carta ao ministro Aloizio Mercadante a favor da abertura de um canal de comunicação para pôr fim à greve que afeta centenas de estudantes e professores.

Veja o texto na íntegra:

Senhor Ministro,

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), e suas 105 sociedades afiliadas, reconhecem a legitimidade do atual estado de greve nas Universidades Federais Brasileiras e manifestam-se a favor da abertura de um canal de comunicação, em caráter emergencial, para abertura do diálogo permanente entre professores, funcionários, estudantes, entidades representativas, e os Ministérios da Educação, do Planejamento, Orçamento e Gestão, e da Casa Civil. É imperativo buscar uma solução conjunta que leve ao fim da paralisação.

Reconhecemos a necessidade urgente de reestruturação da carreira docente e a adequação de salários compatíveis com a qualificação e o desempenho do profissional docente.

É papel da maior sociedade científica do Brasil e afiliadas, que congregam professores e pesquisadores, manifestarem-se em defesa de uma universidade pública forte e de excelência, que propicia dignidade à carreira do magistério em todos os níveis. Reafirmamos o nosso compromisso com o setor e a necessidade da existência desse canal verdadeiro de diálogo entre as Universidades e o Governo.

Atenciosamente

Helena Bonciani Nader
Presidente
SBPC



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Moção de apoio do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UNESP

Nós, estudantes do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Presidente Prudente, manifestamos nosso apoio à greve dos professores das Universidades Federais e dos Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia, deflagrada nacionalmente em 17 de maio de 2012. Consideramos justa e legítima a luta dos professores pela reestruturação de sua carreira e pela melhoria da infraestrutura das universidades e dos institutos, luta esta que tem por trás a defesa de um modelo de educação diferente do modelo neoliberalizante e mercadológico que se tenta impor como modelo de Estado há décadas.

Moção de apoio a Greve dos Servidores Públicos Federais

Nós do Fórum Nacional de Educação do Campo reunidos no Seminário Nacional, realizado de 15 a 17 de agosto, vimos por meio desta declarar apoio à greve dos professores e técnicos-administrativos das universidades e institutos federais e estaduais e dos demais servidores públicos federais por entender a importância dos mesmos para as demandas sociais e populares, como a socialização do conhecimento e da cultura, do ensino, da extensão e da pesquisa, dos serviços de saúde, de seguridade social, entre outros.
Somos parceiros e apoiamos todas as lutas dos trabalhadores e defensores dos direitos trabalhistas já conquistados. O momento é de luta e por isso reivindicamos pela abertura de negociação e atendimento das pautas de reivindicações por parte do governo para com os trabalhadores em greve.
Brasília, 17 de agosto de 2012.

ASSINAM ESTA MOÇÃO REPRESENTANTES DAS SEGUINTES INSTITUIÇÕES:

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A greve nas Universidades e Escolas Técnicas Federais



http://www.cut.org.br/ponto-de-vista/artigos/4709/a-greve-nas-universidades-e-escolas-tecnicas-federais

A greve nas Universidades e Escolas Técnicas Federais

Escrito por: Julio Turra, da Executiva Nacional da CUT

30/07/2012
 
 
Depois de mais de 70 dias de greve, o governo federal apresentou em 24 de julho uma segun­da versão da proposta aos docentes das Instituições Federais de Ensino (IFES) sem mudanças significa­tivas em relação à anterior apresentada no dia 13 como “definitiva” e rejeitada pelas assembleias e por todas as entidades do setor.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Moção de Apoio aos trabalhadores da COMURG

http://portalctb.org.br/site/pelos-estados/17270-ctb-go-divulga-apoio-as-reivindicacoes-dos-trabalhadores-da-comurg


Nós, professores da Universidade Federal de Goiás (UFG), reunidos em Assembleia Geral no dia 26 de julho de 2012, manifestamos nosso apoio aos trabalhadores da coleta de lixo de Goiânia. Estes realizaram no dia 29 de maio último uma manifestação por melhores condições de trabalho e o que receberam como resposta pela direção da Companhia de Urbanização de Goiânia (COMURG) foi a demissão de vários trabalhadores manifestantes. São inúmeras as dificuldades enfrentadas por esses trabalhadores. É comum ouvir desses trabalhadores a seguinte frase: “Pegamos o lixo da cidade e somos tratados como lixo”.

Os trabalhadores têm denunciado que o número de caminhões para realizar a coleta na cidade não é suficiente e estão sucateados. Existe uma sobrecarga de trabalho, falta de equipamentos de proteção (E.P.I.) obrigatórios e um alto índice de acidentes no trabalho. As condições são de muita precarização com a falta de banheiros para os trabalhadores e até de água potável. Denunciam ainda a pressão enorme que estão sofrendo, o violento assédio moral e ameaças.

Nos indignamos com a forma como os trabalhadores estão sendo tratados, pois é justo que tenham condições adequadas de trabalho e que possam se manifestar pela garantia delas. É inaceitável o que vem ocorrendo com essa categoria de trabalhadores que presta serviço extremamente relevante para nossa sociedade. É necessário que a COMURG e a Prefeitura Municipal de Goiânia assumam suas responsabilidades e garantam condições dignas de trabalho a esses trabalhadores e a prestação de um serviço fundamental para nossa cidade e sua população.

http://www.ojornal.net/horaemhora/noticias/29751-comurg-faz-limpeza-neste-sabado-


sexta-feira, 13 de julho de 2012

Reitores manifestam preocupação com a falta de interlocução para o fim da greve


Reitores manifestam preocupação com a falta de interlocução para o fim da greve

Qua, 04 de Julho de 2012 15:57 Iara Malta - Assessora de 

Comunicação

A diretoria da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) apresentou ao Ministro da Educação, Aloizio Mercadante e ao secretário Amaro Lins, da Secretaria de Educação Superior (SEsu), nos dias 03 e 04 de julho, a grande preocupação dos gestores das universidades federais, manifestada pelo conjunto de reitores na última reunião do Conselho Pleno em Ouro Preto – MG, com a falta de interlocução objetiva entre o governo os docentes e técnico-administrativos para resolução da greve.

Ainda no dia 04, a diretoria executiva da Andifes, acompanhada de outros reitores, esteve presente na reunião ordinária da Comissão de Educação da Câmara, para buscar apoio para solução célere do problema da greve nas Universidades Federais. Os reitores tiveram a palavra franqueada pelo presidente da comissão, deputado Newton Lima (PT-SP), que por sua vez se pronunciou favorável à mobilização parlamentar no processo de negociação junto ao Governo Federal.

Apoio da Câmara Municipal de Goiânia em 13/06/2012


quinta-feira, 5 de julho de 2012

PÓS-GRADUAÇÃO EM GREVE

PÓS-GRADUAÇÃO EM GREVE 

 A Associação dos Pós-Graduandos da UFG (APG-UFG) reitera seu apoio incondicional às greves da educação federal e, em especial, da Universidade Federal de Goiás. Em sua Assembléia de fundação, a APG-UFG aprovou apoio à greve e em posterior resolução de sua diretoria convocou os pós-graduandos à greve estudantil na Pós. Entendemos ser imprescindível que a Greve seja total, na graduação, na pós-graduação e entre os técnicos administrativos. Nesse sentido defendemos que os professores dos programas de pós-graduação não retornem às aulas e também às demais atividades de pesquisa fomentadas pelo CNPQ e pela CAPES

segunda-feira, 2 de julho de 2012

NOTA DE APOIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFG ÀS GREVES DOS DOCENTES, TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS E ESTUDANTES

O Conselho Universitário da UFG (CONSUNI), reunido em sessão ordinária no dia 29/06/2012 vem a público manifestar seu apoio às greves dos docentes, dos técnico-administrativos e dos estudantes e reconhecer a legitimidade de suas reivindicações. Essas greves na UFG estão inseridas num movimento nacional objetivando garantir as condições necessárias para continuidade de um projeto de Educação Superior pública, gratuita, de qualidade e acessível a todos os brasileiros. Em respeito às especificidades de uma universidade de qualidade, precisamos de políticas públicas que garantam condições para a realização do ensino, pesquisa e extensão, assegurem a permanência dos estudantes e valorizem seus profissionais com plano de carreira e salários dignos. Para o cumprimento de tais condições exigimos que o governo federal cumpra com sua função constitucional apresentando propostas que contemplem as reivindicações dos movimentos e assegurem a retomada urgente do trabalho dos docentes e dos técnico-administrativos.

fonte: http://www.ufg.br/page.php?noticia=8907

segunda-feira, 25 de junho de 2012


Moção à Presidente da Republica Dilma Roussef



Goiânia, 20 de junho de 2012
Prezada Presidente Dilma,


O Comando Local de Greve dos docentes da UFG, foi informado pelo Coletivo pela Reparação das Vítimas do Cólera, de Porto Príncipe, Haiti, sobre a violação da autonomia universitária da FASCH - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, por tropas do batalhão brasileiro da MINUSTAH, no último dia 15 de junho.
O mesmo foi publicado pela imprensa local, onde professores relatam a agressão sofrida com balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo.
O próprio Reitor da Universidade do Haiti, Jean Vernet Henry, denuncia precisamente três tentativas de invasão da faculdade no mesmo dia, gerando pânico entre estudantes e professores: “Os capacetes azuis brasileiros interrom­peram uma assembléia mista na faculdade. Não sabemos a razão desta visita delinqüente e inoportuna. Foi um pânico generalizado”.
Por isso, nós repudiamos veementemente esta ação das tropas da MINUSTAH e exigimos a imediata retirada das tropas brasileiras do Haiti.



Enviar Moções para

Gabinete Pessoal da Presidenta da República
Telefones: (61) 3411.1200 (61) 3411.1201 - Fax: (61) 3411.2222

Com cópia para

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Moção de apoio - Grupo de Mobilização de Professores de Goiás


 

O grupo Mobilização dos Professores de Goiás vem, por meio desta, manifestar total apoio à greve dos professores das IFES, especialmente no caso da Universidade Federal de Goiás.
Entendemos que a educação é direito de todos e dever do Estado promovendo políticas públicas que permitam maior acesso dos alunos aos diversos níveis educacionais e promovendo a valorização dos profissionais da educação.
A Constituição Federal de 1988, no capítulo III, seção da educação, tem como princípio "a valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas". Embora esteja garantida na constituição a valorização dos profissionais da educação por meio de planos de carreira, o que está ocorrendo na atualidade é a destruição dos planos de carreira dos profissionais da educação.
Na esfera estadual, nós, professores, sofremos tais mudanças recentemente, com a inviabilização do plano de carreira e a constituição de um pseudoplano atrelado ao desempenho dos alunos. Agora presenciamos a mesma situação em nível superior, em que o governo federal propõe a reestruturação do plano de carreira dos professores, de forma que um docente levaria mais de vinte anos para chegar ao topo de sua carreira.Tal situação é sinônimo de precarização da carreira docente e de desestímulo a formação de novos profissionais. Além disso, as mudanças relacionadas à progressão na carreira estarão condicionadas à avaliação de desempenho realizada não mais pela instituição. Assim, mais uma vez, percebe-se a tentativa de se retirar a autonomia das instituições educacionais com a finalidade de precarizar a carreira dos docentes.
Muitos de nós nos formamos por estas Instituições de Ensino Superior, conhecemos a dedicação dos professores, o alto nível de um trabalho que não se limita a preparar e ministrar aulas, mas também a orientar, a coordenar e desenvolver projetos de pesquisa e extensão, a publicar, dentre outras funções. Não podemos permitir que, diante dessa alta carga de trabalho, os professores não tenham acesso a um plano de carreira condizente.
É importante ressaltar que os problemas relacionados às Instituições de Ensino Superior públicas também se relacionam a falta de infraestrutura nos prédios das universidades e à falta de contratação de funcionários, desde técnicos administrativos a professores. E não podemos esquecer da precarização do trabalho de outros servidores que atuam na área da educação e que são quase invisíveis no que tange às demandas das universidades, qual seja, os serventes de limpeza e os trabalhadores dos restaurantes universitários, que já há muito tempo sentiram o peso dos projetos neoliberais, e por esse motivo, tais esferas são agora terceirizadas, pelo menos na Universidade Federal de Goiás.
Sabemos que o ensino de qualidade passa por melhores condições de trabalho dos profissionais que se dedicam à educação. Por esse motivo, manifestamos nosso apoio aos profissionais das IFES e nosso repúdio ao projeto do Governo.
Repudiamos também a posição do sindicato ADUFG, que no dia 11/06/2012 se mostrou contrário aos interesses dos professores, quando encerrou a assembleia convocada pelo próprio sindicato e diferenciou professores sindicalizados e não sindicalizados, não promovendo, portanto, a função do sindicato, qual seja, a representação de uma categoria, independente da filiação ou não ao mesmo.

Mobilização dos Professores de Goiás
Goiânia, 14 de junho de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Moção – Apoio à participação dos professores da Cidade de Goiás

Moção – Apoio à participação dos professores da Cidade de Goiás

            A assembleia dos professores da UFG, realizada no dia 13 de junho, expressa repúdio à discriminação praticada pela diretoria da ADUFG em carta aberta contra os professores do Campus de Goiás. É ressaltado que a maioria dos professores que participaram e se manifestaram na assembleia do dia 6 de junho são sindicalizados. Ao se dirigirem para a frente do palco e cederem lugares para quaisquer dos presentes, por considerarem legítima a participação de todos os professores, ergueram seus cartões de sindicalizados e solicitavam que a assembleia começasse. É sabido que o Campus Goiás apresenta realidade precária: sem auditório, sem sala de professores, sem laboratórios de informática, sem biblioteca decente e com salas com espaços insuficientes para o número de alunos das turmas. A não aceitação dos professores do interior em uma assembleia, simplesmente pelo fato de ser do interior, agrava a discrepância e incita ainda mais a desigualdade.

Moção ao PROIFES - Aprovada na Assembleia de 13/06

Moção – Ao PROIFES-Federação
A assembleia geral dos professores da UFG, reunida com 321 professores, no dia 13 de junho de 2012, às 14h, se dirige ao PROIFES-Federação – entidade com a qual a ADUFG-Sindicato contribui regularmente e na qual participa, como todas suas outras entidades federadas – solicitando que:
1.      Retire do seu site qualquer acusação contra os mais de 400 professores da UFG que formaram a maior assembleia de deflagração de greve da história da UFG no dia 06 de junho;
2.      Reconheça imediatamente a legitimidade da greve assim declarada no dia 11/06;
3.      Declare apoio explícito à grande greve nacional dos professores das universidades públicas brasileiras e oriente seus sindicatos federados a aderir imediatamente à mesma, bem como a formar – junto com as entidades representativas dos professores das universidades já em greve – um Comando Nacional Unificado de Greve, expressão maior da vontade dos professores de que a unidade para o atendimento das reivindicações seja realizada.

sábado, 9 de junho de 2012

Moção de Apoio à Greve na Universidade Federal de Goiás


A Associação dos Pós-Graduandos da UFG (APG-UFG) declara seu apoio incondicional às greves da educação federal e, em especial, da Universidade Federal de Goiás. A APG apoia a greve dos professores da UFG, deflagrada no dia 06/06, em Assembleia Geral da categoria. Entendemos que a greve possui inteira legitimidade, na medida em que reflete a opinião e a vontade da maioria dos professores. A APG-UFG também apoia a greve aprovada pelos estudantes de graduação da Universidade Federal de Goiás, deflagrada no dia 11 de junho, bem como apoia a greve dos técnico-administrativos em educação, deliberada no dia 12 de junho.

A greve declarada pelos professores das IFES reivindica melhores condições de trabalho da categoria, incluindo plano de carreira único com incorporação de gratificações em 13 níveis, com uma variação de 5% entre os níveis e percentuais de acréscimos de acordo com o regime de trabalho e titulação. A greve dos estudantes denuncia os problemas gerados pelo REUNI,