| Sociedades afiliadas à SBPC pedem abertura de canal de comunicação para pôr fim à greve | |
| Para garantir a educação e combater o atraso no setor, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e suas 105 sociedades afiliadas encaminharam no último dia 22, uma carta ao ministro Aloizio Mercadante a favor da abertura de um canal de comunicação para pôr fim à greve que afeta centenas de estudantes e professores.
Veja o texto na íntegra:
Senhor Ministro,
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), e suas 105 sociedades afiliadas, reconhecem a legitimidade do atual estado de greve nas Universidades Federais Brasileiras e manifestam-se a favor da abertura de um canal de comunicação, em caráter emergencial, para abertura do diálogo permanente entre professores, funcionários, estudantes, entidades representativas, e os Ministérios da Educação, do Planejamento, Orçamento e Gestão, e da Casa Civil. É imperativo buscar uma solução conjunta que leve ao fim da paralisação.
Reconhecemos a necessidade urgente de reestruturação da carreira docente e a adequação de salários compatíveis com a qualificação e o desempenho do profissional docente.
É papel da maior sociedade científica do Brasil e afiliadas, que congregam professores e pesquisadores, manifestarem-se em defesa de uma universidade pública forte e de excelência, que propicia dignidade à carreira do magistério em todos os níveis. Reafirmamos o nosso compromisso com o setor e a necessidade da existência desse canal verdadeiro de diálogo entre as Universidades e o Governo.
Atenciosamente
Helena Bonciani Nader
Presidente
SBPC
| |
Marcadores
- A greve na UFG (80)
- A greve no Brasil (86)
- Agenda (19)
- Analise Proposta do Governo (6)
- Artigo de Opinião (23)
- Atas (8)
- Atividade de Greve (32)
- Carta de Princípios (1)
- CNG (30)
- Comunicados CLG (29)
- CONVITE PARA O FÓRUM (1)
- Convocações (17)
- Educação a Distância (1)
- Moções de apoio (18)
- Moções de repúdio (1)
- Nota Pública da Reitoria (3)
- Por que (6)
- Vídeos (6)
Mostrando postagens com marcador Moções de apoio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Moções de apoio. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Sociedades afiliadas à SBPC pedem abertura de canal de comunicação para pôr fim à greve
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Moção de apoio do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UNESP
Nós, estudantes do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Presidente Prudente, manifestamos nosso apoio à greve dos professores das Universidades Federais e dos Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia, deflagrada nacionalmente em 17 de maio de 2012. Consideramos justa e legítima a luta dos professores pela reestruturação de sua carreira e pela melhoria da infraestrutura das universidades e dos institutos, luta esta que tem por trás a defesa de um modelo de educação diferente do modelo neoliberalizante e mercadológico que se tenta impor como modelo de Estado há décadas.
Moção de apoio a Greve dos Servidores Públicos Federais
Nós do Fórum Nacional de Educação do Campo reunidos no Seminário Nacional, realizado de 15 a 17 de agosto, vimos por meio desta declarar apoio à greve dos professores e técnicos-administrativos das universidades e institutos federais e estaduais e dos demais servidores públicos federais por entender a importância dos mesmos para as demandas sociais e populares, como a socialização do conhecimento e da cultura, do ensino, da extensão e da pesquisa, dos serviços de saúde, de seguridade social, entre outros.
ASSINAM ESTA MOÇÃO REPRESENTANTES DAS SEGUINTES INSTITUIÇÕES:
Somos parceiros e apoiamos todas as lutas dos trabalhadores e defensores dos direitos trabalhistas já conquistados. O momento é de luta e por isso reivindicamos pela abertura de negociação e atendimento das pautas de reivindicações por parte do governo para com os trabalhadores em greve.
Brasília, 17 de agosto de 2012.
ASSINAM ESTA MOÇÃO REPRESENTANTES DAS SEGUINTES INSTITUIÇÕES:
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
A greve nas Universidades e Escolas Técnicas Federais
http://www.cut.org.br/ponto-
A greve nas Universidades e Escolas Técnicas Federais
Escrito por: Julio Turra, da Executiva Nacional da CUT
30/07/2012
Depois de mais de 70 dias de greve, o governo federal apresentou em 24 de julho uma segunda versão da proposta aos docentes das Instituições Federais de Ensino (IFES) sem mudanças significativas em relação à anterior apresentada no dia 13 como “definitiva” e rejeitada pelas assembleias e por todas as entidades do setor.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Moção de Apoio aos trabalhadores da COMURG
![]() |
| http://portalctb.org.br/site/pelos-estados/17270-ctb-go-divulga-apoio-as-reivindicacoes-dos-trabalhadores-da-comurg |
Nós,
professores da Universidade Federal de Goiás (UFG), reunidos em
Assembleia Geral no dia 26 de julho de 2012, manifestamos nosso apoio
aos trabalhadores da coleta de lixo de Goiânia. Estes realizaram no
dia 29 de maio último uma manifestação por melhores condições de
trabalho e o que receberam como resposta pela direção da Companhia
de Urbanização de Goiânia (COMURG) foi a demissão de vários
trabalhadores manifestantes. São inúmeras as dificuldades
enfrentadas por esses trabalhadores. É comum ouvir desses
trabalhadores a seguinte frase: “Pegamos o lixo da cidade e somos
tratados como lixo”.
Os
trabalhadores têm denunciado que o número de caminhões para
realizar a coleta na cidade não é suficiente e estão sucateados.
Existe uma sobrecarga de trabalho, falta de equipamentos de proteção
(E.P.I.) obrigatórios e um alto índice de acidentes no trabalho. As
condições são de muita precarização com a falta de banheiros
para os trabalhadores e até de água potável. Denunciam ainda a
pressão enorme que estão sofrendo, o violento assédio moral e
ameaças.
Nos
indignamos com a forma como os trabalhadores estão sendo tratados,
pois é justo que tenham condições adequadas de trabalho e que
possam se manifestar pela garantia delas. É inaceitável o que vem
ocorrendo com essa categoria de trabalhadores que presta serviço
extremamente relevante para nossa sociedade. É necessário que a
COMURG e a Prefeitura Municipal de Goiânia assumam suas
responsabilidades e garantam condições dignas de trabalho a esses
trabalhadores e a prestação de um serviço fundamental para nossa
cidade e sua população.
![]() |
| http://www.ojornal.net/horaemhora/noticias/29751-comurg-faz-limpeza-neste-sabado- |
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Reitores manifestam preocupação com a falta de interlocução para o fim da greve
Reitores manifestam preocupação com a falta de interlocução para o fim da greve
Qua, 04 de Julho de 2012 15:57 Iara Malta - Assessora de
Comunicação
A diretoria da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) apresentou ao Ministro da Educação, Aloizio Mercadante e ao secretário Amaro Lins, da Secretaria de Educação Superior (SEsu), nos dias 03 e 04 de julho, a grande preocupação dos gestores das universidades federais, manifestada pelo conjunto de reitores na última reunião do Conselho Pleno em Ouro Preto – MG, com a falta de interlocução objetiva entre o governo os docentes e técnico-administrativos para resolução da greve.
Ainda no dia 04, a diretoria executiva da Andifes, acompanhada de outros reitores, esteve presente na reunião ordinária da Comissão de Educação da Câmara, para buscar apoio para solução célere do problema da greve nas Universidades Federais. Os reitores tiveram a palavra franqueada pelo presidente da comissão, deputado Newton Lima (PT-SP), que por sua vez se pronunciou favorável à mobilização parlamentar no processo de negociação junto ao Governo Federal.
Ainda no dia 04, a diretoria executiva da Andifes, acompanhada de outros reitores, esteve presente na reunião ordinária da Comissão de Educação da Câmara, para buscar apoio para solução célere do problema da greve nas Universidades Federais. Os reitores tiveram a palavra franqueada pelo presidente da comissão, deputado Newton Lima (PT-SP), que por sua vez se pronunciou favorável à mobilização parlamentar no processo de negociação junto ao Governo Federal.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
PÓS-GRADUAÇÃO EM GREVE
PÓS-GRADUAÇÃO EM GREVE
A Associação dos Pós-Graduandos da UFG (APG-UFG) reitera seu apoio incondicional às greves da educação federal e, em especial, da Universidade Federal de Goiás. Em sua Assembléia de fundação, a APG-UFG aprovou apoio à greve e em posterior resolução de sua diretoria convocou os pós-graduandos à greve estudantil na Pós. Entendemos ser imprescindível que a Greve seja total, na graduação, na pós-graduação e entre os técnicos administrativos. Nesse sentido defendemos que os professores dos programas de pós-graduação não retornem às aulas e também às demais atividades de pesquisa fomentadas pelo CNPQ e pela CAPES
segunda-feira, 2 de julho de 2012
NOTA DE APOIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFG ÀS GREVES DOS DOCENTES, TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS E ESTUDANTES
O Conselho
Universitário da UFG (CONSUNI), reunido em sessão ordinária no dia
29/06/2012 vem a público manifestar seu apoio às greves dos docentes,
dos técnico-administrativos e dos estudantes e reconhecer a legitimidade
de suas reivindicações. Essas greves na UFG estão inseridas num
movimento nacional objetivando garantir as condições necessárias para
continuidade de um projeto de Educação Superior pública, gratuita, de
qualidade e acessível a todos os brasileiros. Em respeito às
especificidades de uma universidade de qualidade, precisamos de
políticas públicas que garantam condições para a realização do ensino,
pesquisa e extensão, assegurem a permanência dos estudantes e valorizem
seus profissionais com plano de carreira e salários dignos. Para o
cumprimento de tais condições exigimos que o governo federal cumpra com
sua função constitucional apresentando propostas que contemplem as
reivindicações dos movimentos e assegurem a retomada urgente do trabalho
dos docentes e dos técnico-administrativos.
fonte: http://www.ufg.br/page.php?noticia=8907
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Moção à Presidente da Republica Dilma Roussef
Goiânia, 20 de junho de 2012
Prezada Presidente Dilma,
O Comando Local de Greve dos docentes
da UFG, foi informado pelo Coletivo pela Reparação das Vítimas do Cólera, de
Porto Príncipe, Haiti, sobre a violação da autonomia universitária da FASCH - Faculdade
de Ciências Sociais e Humanas, por tropas do batalhão brasileiro da MINUSTAH,
no último dia 15 de junho.
O mesmo foi publicado pela imprensa
local, onde professores relatam a agressão sofrida com balas de borracha e bombas
de gás lacrimogêneo.
O próprio Reitor da Universidade do
Haiti, Jean Vernet Henry, denuncia precisamente três tentativas de invasão da
faculdade no mesmo dia, gerando pânico entre estudantes e professores: “Os
capacetes azuis brasileiros interromperam uma assembléia mista na faculdade.
Não
sabemos a razão desta visita delinqüente e inoportuna. Foi um pânico
generalizado”.
Por isso, nós repudiamos veementemente
esta ação das tropas da MINUSTAH e exigimos a imediata retirada das tropas
brasileiras do Haiti.
Enviar Moções para
Gabinete
Pessoal da Presidenta da República
Telefones: (61) 3411.1200 (61) 3411.1201 -
Fax: (61) 3411.2222
Com cópia para
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Moção de apoio - Grupo de Mobilização de Professores de Goiás
O
grupo Mobilização dos Professores de Goiás vem, por meio desta, manifestar
total apoio à greve dos professores das IFES, especialmente no caso da
Universidade Federal de Goiás.
Entendemos
que a educação é direito de todos e dever do Estado promovendo políticas
públicas que permitam maior acesso dos alunos aos diversos níveis educacionais
e promovendo a valorização dos profissionais da educação.
A
Constituição Federal de 1988, no capítulo III, seção da educação, tem como
princípio "a valorização dos profissionais da educação escolar,
garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente
por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas". Embora
esteja garantida na constituição a valorização dos profissionais da educação
por meio de planos de carreira, o que está ocorrendo na atualidade é a
destruição dos planos de carreira dos profissionais da educação.
Na
esfera estadual, nós, professores, sofremos tais mudanças recentemente, com a
inviabilização do plano de carreira e a constituição de um pseudoplano atrelado
ao desempenho dos alunos. Agora presenciamos a mesma situação em nível
superior, em que o governo federal propõe a reestruturação do plano de carreira
dos professores, de forma que um docente levaria mais de vinte anos para chegar
ao topo de sua carreira.Tal situação é sinônimo de precarização da carreira
docente e de desestímulo a formação de novos profissionais. Além disso, as
mudanças relacionadas à progressão na carreira estarão condicionadas à
avaliação de desempenho realizada não mais pela instituição. Assim, mais uma
vez, percebe-se a tentativa de se retirar a autonomia das instituições
educacionais com a finalidade de precarizar a carreira dos docentes.
Muitos
de nós nos formamos por estas Instituições de Ensino Superior, conhecemos a
dedicação dos professores, o alto nível de um trabalho que não se limita a
preparar e ministrar aulas, mas também a orientar, a coordenar e desenvolver
projetos de pesquisa e extensão, a publicar, dentre outras funções. Não podemos
permitir que, diante dessa alta carga de trabalho, os professores não tenham
acesso a um plano de carreira condizente.
É
importante ressaltar que os problemas relacionados às Instituições de Ensino
Superior públicas também se relacionam a falta de infraestrutura nos prédios
das universidades e à falta de contratação de funcionários, desde técnicos
administrativos a professores. E não podemos esquecer da precarização do
trabalho de outros servidores que atuam na área da educação e que são quase
invisíveis no que tange às demandas das universidades, qual seja, os serventes
de limpeza e os trabalhadores dos restaurantes universitários, que já há muito
tempo sentiram o peso dos projetos neoliberais, e por esse motivo, tais esferas
são agora terceirizadas, pelo menos na Universidade Federal de Goiás.
Sabemos que o ensino de qualidade passa por melhores
condições de trabalho dos profissionais que se dedicam à educação. Por esse
motivo, manifestamos nosso apoio aos profissionais das IFES e nosso repúdio ao
projeto do Governo.
Repudiamos
também a posição do sindicato ADUFG, que no dia 11/06/2012 se mostrou contrário
aos interesses dos professores, quando encerrou a assembleia convocada pelo próprio
sindicato e diferenciou professores sindicalizados e não sindicalizados, não
promovendo, portanto, a função do sindicato, qual seja, a representação de uma
categoria, independente da filiação ou não ao mesmo.
Mobilização
dos Professores de Goiás
Goiânia, 14 de junho
de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Moção – Apoio à participação dos professores da Cidade de Goiás
Moção – Apoio à participação dos professores da Cidade de Goiás
A assembleia dos professores da UFG, realizada no dia 13 de junho, expressa repúdio à discriminação praticada pela diretoria da ADUFG em carta aberta contra os professores do Campus de Goiás. É ressaltado que a maioria dos professores que participaram e se manifestaram na assembleia do dia 6 de junho são sindicalizados. Ao se dirigirem para a frente do palco e cederem lugares para quaisquer dos presentes, por considerarem legítima a participação de todos os professores, ergueram seus cartões de sindicalizados e solicitavam que a assembleia começasse. É sabido que o Campus Goiás apresenta realidade precária: sem auditório, sem sala de professores, sem laboratórios de informática, sem biblioteca decente e com salas com espaços insuficientes para o número de alunos das turmas. A não aceitação dos professores do interior em uma assembleia, simplesmente pelo fato de ser do interior, agrava a discrepância e incita ainda mais a desigualdade.
Moção ao PROIFES - Aprovada na Assembleia de 13/06
Moção – Ao PROIFES-Federação
A assembleia geral dos professores da UFG, reunida com 321 professores, no dia 13 de junho de 2012, às 14h, se dirige ao PROIFES-Federação – entidade com a qual a ADUFG-Sindicato contribui regularmente e na qual participa, como todas suas outras entidades federadas – solicitando que:
1. Retire do seu site qualquer acusação contra os mais de 400 professores da UFG que formaram a maior assembleia de deflagração de greve da história da UFG no dia 06 de junho;
2. Reconheça imediatamente a legitimidade da greve assim declarada no dia 11/06;
3. Declare apoio explícito à grande greve nacional dos professores das universidades públicas brasileiras e oriente seus sindicatos federados a aderir imediatamente à mesma, bem como a formar – junto com as entidades representativas dos professores das universidades já em greve – um Comando Nacional Unificado de Greve, expressão maior da vontade dos professores de que a unidade para o atendimento das reivindicações seja realizada.
sábado, 9 de junho de 2012
Moção de Apoio à Greve na Universidade Federal de Goiás
A Associação dos Pós-Graduandos da UFG (APG-UFG) declara seu apoio incondicional às greves da educação federal e, em especial, da Universidade Federal de Goiás. A APG apoia a greve dos professores da UFG, deflagrada no dia 06/06, em Assembleia Geral da categoria. Entendemos que a greve possui inteira legitimidade, na medida em que reflete a opinião e a vontade da maioria dos professores. A APG-UFG também apoia a greve aprovada pelos estudantes de graduação da Universidade Federal de Goiás, deflagrada no dia 11 de junho, bem como apoia a greve dos técnico-administrativos em educação, deliberada no dia 12 de junho.
A greve declarada pelos professores das IFES reivindica melhores condições de trabalho da categoria, incluindo plano de carreira único com incorporação de gratificações em 13 níveis, com uma variação de 5% entre os níveis e percentuais de acréscimos de acordo com o regime de trabalho e titulação. A greve dos estudantes denuncia os problemas gerados pelo REUNI,
Assinar:
Postagens (Atom)







