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sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Hoje (21/06) tem Assembleia geral conjunta às 14h na Faculdade de Educação
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Expansão da universidade brasileira
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| Da esquerda para direita: Hugo Leonardo (FEF), Sílvio Carlos (Fil-Goiás), Fernando Lacerda (FE), Ged Guimarães (FE) e Cássio Tavares (FL) |
Expansão da universidade brasileira, condições de trabalho, divisão do movimento sindical e greve foram alguns dos temas discutidos com professores da Universidade Federal de Goiás (UFG) na quinta-feira, 14, no Jornal Opção. Assuntos que não dizem respeito apenas à comunidade acadêmica, uma vez que o que se produz na universidade retorna à sociedade, seja em forma de profissionais e de conhecimento, seja porque quem sustenta a universidade federal no Brasil são os impostos dos contribuintes. Participaram do debate representantes do Fórum Permanente de Mobilização dos Professores e do Comando de Greve. A Associação dos Docentes da UFG (Adufg) foi convidada para a mesa-redonda, mas declinou do convite.
Sentaram à mesa do debate os professores Cássio Tavares, da Faculdade de Letras; Sílvio Carlos Marinho Ribeiro, da Faculdade de Filosofia do Câmpus da cidade de Goiás; e Fernando Lacerda, da Faculdade de Educação, representando o comando de greve. O Fórum foi representado pelos professores Ged Guimarães, da Faculdade de Educação, e Hugo Leonardo Fonseca da Silva, da Faculdade de Educação Física. Trechos do debate o leitor pode acompanhar abaixo.
Moção de apoio - Grupo de Mobilização de Professores de Goiás
O
grupo Mobilização dos Professores de Goiás vem, por meio desta, manifestar
total apoio à greve dos professores das IFES, especialmente no caso da
Universidade Federal de Goiás.
Entendemos
que a educação é direito de todos e dever do Estado promovendo políticas
públicas que permitam maior acesso dos alunos aos diversos níveis educacionais
e promovendo a valorização dos profissionais da educação.
A
Constituição Federal de 1988, no capítulo III, seção da educação, tem como
princípio "a valorização dos profissionais da educação escolar,
garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente
por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas". Embora
esteja garantida na constituição a valorização dos profissionais da educação
por meio de planos de carreira, o que está ocorrendo na atualidade é a
destruição dos planos de carreira dos profissionais da educação.
Na
esfera estadual, nós, professores, sofremos tais mudanças recentemente, com a
inviabilização do plano de carreira e a constituição de um pseudoplano atrelado
ao desempenho dos alunos. Agora presenciamos a mesma situação em nível
superior, em que o governo federal propõe a reestruturação do plano de carreira
dos professores, de forma que um docente levaria mais de vinte anos para chegar
ao topo de sua carreira.Tal situação é sinônimo de precarização da carreira
docente e de desestímulo a formação de novos profissionais. Além disso, as
mudanças relacionadas à progressão na carreira estarão condicionadas à
avaliação de desempenho realizada não mais pela instituição. Assim, mais uma
vez, percebe-se a tentativa de se retirar a autonomia das instituições
educacionais com a finalidade de precarizar a carreira dos docentes.
Muitos
de nós nos formamos por estas Instituições de Ensino Superior, conhecemos a
dedicação dos professores, o alto nível de um trabalho que não se limita a
preparar e ministrar aulas, mas também a orientar, a coordenar e desenvolver
projetos de pesquisa e extensão, a publicar, dentre outras funções. Não podemos
permitir que, diante dessa alta carga de trabalho, os professores não tenham
acesso a um plano de carreira condizente.
É
importante ressaltar que os problemas relacionados às Instituições de Ensino
Superior públicas também se relacionam a falta de infraestrutura nos prédios
das universidades e à falta de contratação de funcionários, desde técnicos
administrativos a professores. E não podemos esquecer da precarização do
trabalho de outros servidores que atuam na área da educação e que são quase
invisíveis no que tange às demandas das universidades, qual seja, os serventes
de limpeza e os trabalhadores dos restaurantes universitários, que já há muito
tempo sentiram o peso dos projetos neoliberais, e por esse motivo, tais esferas
são agora terceirizadas, pelo menos na Universidade Federal de Goiás.
Sabemos que o ensino de qualidade passa por melhores
condições de trabalho dos profissionais que se dedicam à educação. Por esse
motivo, manifestamos nosso apoio aos profissionais das IFES e nosso repúdio ao
projeto do Governo.
Repudiamos
também a posição do sindicato ADUFG, que no dia 11/06/2012 se mostrou contrário
aos interesses dos professores, quando encerrou a assembleia convocada pelo próprio
sindicato e diferenciou professores sindicalizados e não sindicalizados, não
promovendo, portanto, a função do sindicato, qual seja, a representação de uma
categoria, independente da filiação ou não ao mesmo.
Mobilização
dos Professores de Goiás
Goiânia, 14 de junho
de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Termos do diálogo entre Comando de Greve e Adufg
Termos
do diálogo entre Comando de Greve e Adufg:
os
passos para a constituição de uma assembleia unitária.
C
O M U N I C A D O N º 0 0 7
GREVE
DOCENTE
NA UFG
COMANDO
LOCAL
DE GREVE
DE GOIÂNIA
19/06/2012
Na manhã
de ontem, dia 18 de junho, um grupo formado por 6 professores membros
do Comando Local de Greve (CLG) se reuniu com a diretoria da ADUFG na
sede do sindicato tendo em vista dialogar sobre os termos da
realização de uma assembleia conjunta. A tarefa do grupo de
professores do CLG
No dia 6 de junho, foi realizada a maior assembleia de deflagração de greve da história da UFG. Nela, foi aprovada a greve a partir do dia 11. Esta assembleia definiu pela formação de um Comando de Greve formado por 7 representantes eleitos na assembleia e 2 por unidade paralisada. A UFG que já estava em greve nos campi do interior iniciou a paralisação dos campi da capital. Na assembleia do dia 13, com mais de 350 professores confirmaram a ampla
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Agenda do CLG - 19/06/2012
20h - Centro de Cultura e Eventos da UFG (Campus Samambaia) - Chico César
Assembleia Geral Conjunta 21/06/2012
Aos professores da UFG,
A ADUFG-Sindicato e o
Comando Local de Greve, após entendimento, convocam uma Assembleia
Geral Conjunta com a seguinte pauta:
- Informes
- Avaliação do andamento das negociações com o governo
- Avaliação da Greve da UFG
- Encaminhamentos
Dia: 21 de Junho de
2012
Hora: 14h
Local: Faculdade de
Educação
ADUFG-Sindicato e
Comando Local de Greve
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