Mostrando postagens com marcador Comunicados CLG. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comunicados CLG. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Comunicado do Comando Local de Greve nº 14


Conquistas e perspectivas da greve
As precárias condições de trabalho, salários com reajustes abaixo da inflação, carreira desestruturada, sobrecarga de trabalho e o descaso do governo em relação às reivindicações dos professores resultaram na greve iniciada, em grande parte das IFES, em maio de 2012. Acompanhando o movimento nacional, os docentes da UFG vêm construindo a greve na defesa por um projeto de carreira com valorização salarial e por melhores condições de trabalho. Apesar de o governo assumir uma postura intransigente ao não negociar com os professores, a força do movimento (com 57 de 59 IFES paralisando suas atividades), criou as condições para que as perdas não fossem maiores, significando algumas conquistas que não podem ser desprezadas. É preciso assinalar que ainda em maio, portanto, antes da greve, o governo havia suspendido o Grupo de Trabalho que negociava a carreira e acenava com 0% de aumento para 2013.
Além dos evidentes ganhos políticos e acadêmicos da greve no interior da cultura da universidade, acumulamos as seguintes conquistas resultadas do movimento:

Siga lendo clicando abaixo.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Comunicado CLG sobre mudança de data da próxima reunião do CLG

Em virtude do compromisso assumido na Assembleia dos Professores da UFG na tarde de hoje, o CLG comunica que adiará a reunião marcada para quarta-feira (amanhã) às 18h. A nova data passa a ser: quinta-feira, dia 30/08, às 14h na Faculdade de Educação. A reunião do Comando Local é aberta.

O motivo do adiamento se deu por conta da Caravana que sairá, na quarta-feira, às 06h30, para participar da Audiência Pública no Senado.



sábado, 18 de agosto de 2012

Considerações sobre a greve em agosto

Todos sabemos que os problemas de financiamento para o desenvolvimento de uma educação de qualidade no Brasil não decorrem de falta de recursos: o gráfico ao lado evidencia que essa falta de recursos corresponde a uma nefasta priorização do sistema financeiro. O governo nos promete 4,2 bilhões de reais para recomposição salarial daqui a três anos, mas gasta mais que isso a cada dois dias para alimentar a ciranda da dívida pública, inclusive emitindo títulos para pagamento de juros da dívida anterior, o que é ilegal!



OFÍCIO No 006 MAGNÍFICO REITOR, AOS PRÓ-REITORES E AO CONSELHO UNIVERSITÁRIO


                                  GREVE DOCENTE NA UFG
                           COMANDO LOCAL DE GREVE DE GOIÂNIA
                                          17/08/2012
Ref.: A greve e a defesa da Universidade Pública



Prezados Senhores e Senhoras.

Na última terça feira, 14 de agosto de 2012, os docentes da Universidade Federal de Goiás protagonizaram possivelmente a maior assembleia da atual greve nacional dos docentes das IFE. Foram 741 professores presentes em uma assembleia que deliberou pela continuidade da greve, com 379 votos favoráveis, 267 votos contrários e uma abstenção. Mas o significado desta assembleia ultrapassa a simples questão da continuidade da greve. Esta assembleia representa a construção legítima do movimento docente com uma valorização clara dos espaços democráticos de deliberação. Ela não apenas confirma a decisão de rejeitar a proposta do governo, já tomada em duas assembleias anteriores, respectivamente com 222 e 408 participantes, mas o faz com participação que quantitativamente supera com folga mesmo o plebiscito virtual realizado pelo Proifes com o apoio da Diretoria da ADUFG–Sindicato.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Nota sobre "Coordenação de cursos" e "Câmara de Graduação"


 Prezados Professores,

O Comando Local de Greve da UFG vem, por meio deste, informar que, em Assembleia Geral dos Professores da Universidade Federal de Goiás, realizada no dia 27/06/2012, foi aprovado e deliberado que as atividades de coordenação de curso devem ser paralisadas, salvas as exceções expressamente declaradas pela Carta de Princípios da Comissão de Ética. Recomenda-se que as atividades cujo teor suscite dúvidas quanto a sua continuidade sejam submetidas a parecer específico da referida comissão.
Neste sentido, solicitamos a todos os coordenadores que não participem de reuniões convocadas pela Câmara de Graduação e demais atividades acadêmicas relacionadas a esta função. Informamos, ainda, que, na assembleia citada, foi aprovado e deliberado que as atividades relacionadas ao processo seletivo 2013/1 devem ser suspensas até que, em Assembleia Geral dos Professores, sejam deliberados novos encaminhamentos para este tema.


Atenciosamente,
Comando Local de Greve / UFG
Goiânia, 28/06/2012

Nota sobre publicação no "Portal do Servidor"


 Prezados Professores,

O Comando Local de Greve da UFG vem, por meio deste, informar que, em Assembleia Geral dos Professores da Universidade Federal de Goiás, realizada no dia 27/06/2012, foi aprovado e deliberado que a publicação das notas dos alunos é uma atividade que deve ser paralisada em decorrência da greve.
Neste sentido, solicitamos a todos os professores que não publiquem suas notas no Sistema Acadêmico através do “Portal do Servidor” e que não divulguem estas notas de maneira extraoficial.

Atenciosamente,
Comando Local de Greve / UFG
         Goiânia, 28/06/2012

Pelo reconhecimento da Greve na UFG --- Assembleia Universitária

[...] 
O tema, sendo tão relevante para os rumos da Universidade e de tamanho interesse para toda a Comunidade Universitária, justifica o seu tratamento em Assembleia Universitária. E para subsidiar V. Magnificência em suas considerações sobre o tema, sugerimos que sejam convidados os professores Nelson Cardoso Amaral para falar sobre financiamento público em educação, e Maria Lúcia Fatorelli para falar sobre dívida pública. Na articulação desses dois temas poderemos pensar a  Universidade Pública Brasileira nos seus horizontes concretos, e traçar um perfil mais abrangente e mais preciso do momento por que passa a Universidade e das perspectivas que se descortinam diante dela em meio às incertezas atuais. Porque não há, afinal, ninguém mais apto a conhecer a Universidade do que a própria Universidade.

domingo, 24 de junho de 2012

Comunicado do Comando Local de Greve - n. 08

COMUNICADO Nº 008

UFG REALIZA ASSEMBLEIA UNIFICADA

DOCENTES UFG FORTALECEM A GREVE E UNIFICAM A CATEGORIA EM TORNO DA LUTA PELA REESTRUTURAÇÃO DA CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO.
22/06/2012
 

            A greve nacional dos docentes das universidades federais a cada dia se fortalece, hoje das 59 instituições federais de ensino superior (IFES), 57 estão em greve. Além dos docentes que iniciaram sua greve em 17 de maio, os trabalhadores técnicos administrativos e os estudantes universitários entram em greve em grande parte das universidades federais. Trata-se de um movimento grevista que marca a história da universidade brasileira, sua força está na união de todos em defesa de uma educação pública gratuita e de qualidade, em especial o aumento de verbas para a Educação Pública. Estamos presenciando um momento histórico em que cabe ao movimento grevista a convocação da sociedade brasileira a juntar-se na luta por uma educação pública, gratuita e de qualidade.
            A assembleia dos docentes da UFG, convocada pelo Comando Local de Greve (CLG) e pela ADUFG para o dia 21 de junho explicitou o anseio de fortalecer a luta, sobrepor as diferenças, unificando o movimento e legitimando as decisões das assembleias de 06 de junho, com a respectiva deflagração da greve nos campi de Goiânia a partir de 11 de junho, bem como ratifica a composição do Comando Local de Greve e a assembleia do dia 13 que deu continuidade à ação paredista. Essa assembleia marca um novo momento na história desta greve na medida em que reafirma a disposição da organização direta e democrática dos docentes em construir um movimento vigoroso em luta por nossos direitos em especial pela valorização do trabalho docente.
            A força desta greve está na sua capacidade de combinar o enfrentamento das demandas locais, das condições de trabalho com as demandas nacionais dos docentes. Assim, eleição de delegado e suplente para o Comando Nacional de Greve fortalece nossa relação com os embates docentes nacionais que tem seu comando formado por membros escolhidos em assembleias por todo o país. Trata-se de um movimento construído pela base e com a participação direta nas mais altas instâncias de negociação com o governo. Por outro lado, o Comando Local de Greve tem buscado ampliar a participação dos docentes da UFG na construção desta greve abrindo todos os espaços de debate aos docentes da UFG, em especial convocando-os a participar ativamente e de forma protagonista nos Grupos de Trabalho (GT’s) de Carreira; Sistema de desempenho Capes; Financiamento; Educação a Distância; e REUNI.
            O vigor de nosso movimento está no caráter democrático e participativo de suas instâncias, bem como no respeito às opiniões e direitos de todos os docentes, repudiamos todas as atitudes que visam constranger ilegalmente os docentes, em especial as que visam impedir o exercício do direito de greve.
            Nesta assembleia a deliberação sobre a Reestruturação da Carreira buscou orientar nossa intervenção nos espaços de negociação nacional, estabelecendo de forma clara aquilo que não aceitamos como proposta governamental e o que aspiramos como uma carreira centrada no respeito à autonomia universitária e no princípio da indissociabilidade entre ensino pesquisa e extensão. Foram votados na assembleia posicionamentos claros sobre os eixos de orientação das negociações, que sugeriram a apresentação de um novo plano de carreira, formulado em princípios diferentes daqueles que definiram a minuta que foi apresentada pelo MPOG. Ou seja:
- Manutenção da hierarquização do trabalho acadêmico;
- Mecanismos de controle do trabalho universitário por meio de avaliação de desempenho centrada nos órgãos centrais da administração;
- Desestruturação do regime de Dedicação Exclusiva;
- Produtivismo acadêmico como eixo de organização da carreira;
- Instituição do empreendorismo e do gerencialismo como ethos e modus operandi da universidade;
- Quebra da autonomia universitária, assim como da isonomia salarial;
- Quebra da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

Aprovamos, por ampla maioria dos presentes, que a reestruturação da carreira seja orientada pelos seguintes princípios:
- Manutenção da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
- Defesa da predominância do regime DE como parte do projeto de universidade pública brasileira;
- Defesa da isonomia garantindo uniformidade de critérios para ingresso e progressão, assim como uniformidade para o trabalho do professor do mesmo nível, regime de trabalho e titulação;
- Por um reenquadramento de aposentados e pensionistas que não implique em redução salarial e perda de direitos ou benefícios;
- Defesa da autonomia universitária nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, assim como nos processos de avaliação e desenvolvimento da carreira docente;
- Linha única no contracheque - fim de todas gratificações.
                                                                                       
       Também foram aprovadas as seguintes exigências ao governo: criação de uma data-base para aumentos salariais anuais, melhoria nas condições de trabalho (sobretudo nos campi fora de sede), revogação do FUNSPREV e aceleração na discussão de carreira.
A assembleia também aprovou moção no sentido de que o PROIFES – federação à qual a ADUFG contribui financeiramente regularmente - deve orientar seus sindicatos federados a entrarem em greve e procurarem constituir com o ANDES um Comando Nacional Unificado de Greve.
A continuidade e a força desta greve estão na participação ativa dos docentes nas atividades aprovadas em assembleia e encaminhadas pelo comando local de greve. Não basta paralisarmos nossas atividades de ensino, pesquisa, extensão e administrativas. É essencial estarmos mobilizados nos atos, nos grupos de trabalho e nas assembleias, como meio de expressar nossos anseios por uma universidade em que a voz do docente seja considerada essencial para a instituição. Convocamos todos os docentes a fortalecer este movimento, buscar informações sobre a nossa luta – que não é restrita a uns “cifrões” no contracheque. Estamos aprendendo com esta greve a verdadeira força que os docentes possuem quando estão de acordo sobre o que querem e o que não querem. Junte-se a este movimento! A resignação e o rebaixamento moral não condizem com nossa profissão.


Comando Local de Greve

terça-feira, 19 de junho de 2012

Termos do diálogo entre Comando de Greve e Adufg


Termos do diálogo entre Comando de Greve e Adufg:
os passos para a constituição de uma assembleia unitária.

C O M U N I C A D O N º 0 0 7
GREVE DOCENTE NA UFG
COMANDO LOCAL DE GREVE DE GOIÂNIA
19/06/2012

Na manhã de ontem, dia 18 de junho, um grupo formado por 6 professores membros do Comando Local de Greve (CLG) se reuniu com a diretoria da ADUFG na sede do sindicato tendo em vista dialogar sobre os termos da realização de uma assembleia conjunta. A tarefa do grupo de professores do CLG
Caros colegas professores,




No dia 6 de junho, foi realizada a maior assembleia de deflagração de greve da história da UFG. Nela, foi aprovada a greve a partir do dia 11. Esta assembleia definiu pela formação de um Comando de Greve formado por 7 representantes eleitos na assembleia e 2 por unidade paralisada. A UFG que já estava em greve nos campi do interior iniciou a paralisação dos campi da capital. Na assembleia do dia 13, com mais de 350 professores confirmaram a ampla

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Movimento Docente em Busca de Unidade


O Movimento Docente em Busca de Unidade
comunicado  nº 006
Greve Docente na UFG

Comando Local de Greve de Goiânia
17/06/2012
Estamos em greve, é fato.  O caminho da construção dessa greve, entretanto, não tem sido suave — o que garantiu o seu sucesso foi a firme vontade da ampla maioria dos professores da UFG e o empenho incansável de inúmeros.  Enquanto isso, a diretoria da ADUFG optava por outros encaminhamentos, de modo que a construção da greve configurava aos poucos um poderoso movimento independente, como há muito tempo não se via.  Foi, em todo caso, essa divergência entre a direção sindical e o movimento da base o fator responsável pelo clima tenso e às vezes até hostil que se estabeleceu em alguns momentos e alguns espaços da Universidade.  Mas, em que pese a diferença de vontades que abalou a relação entre a base e a diretoria sindical, o Movimento Grevista jamais desejou a cisão da categoria, e por isso incumbiu o Comando Local de Greve (CLG) de buscar a unidade.  Pois bem, a oportunidade surgiu agora, quando a força do movimento e a massiva expressão de vontade da cate­goria se impuseram como sinal autoevidente de sua legitimidade.
Assim, o CLG designou uma “comissão diplomática” para reunir-se com a